quinta-feira, 2 de junho de 2011

Brasil: o país campeão em descarte de lixo eletrônico

Google Imagens

Por Nathalia Padilha
(Reportagem)


Segundo o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA, o Brasil, China, Índia e México, serão os países mais prejudicados pelo crescimento do lixo tóxico. Emergentes e com produção industrial aquecida, essas nações ainda não tratam os resíduos eletrônicos, mas o continuam produzindo.

Até 2020, o volume desses resíduos deve crescer em relação a 2007, 200% na Índia e 400% na China e África do Sul.

O perigo do lixo eletrônico vem dos componentes como o chumbo, o mercúrio e o cromo que podem afetar o solo, a água dos lençóis freáticos e a atmosfera.

A Organização das Nações Unidas reconhece a necessidade de esforços internacionais para evitar o crescimento desse tipo de lixo, entre eles a aplicação de novas tecnologias, a criação do centro de gestão de lixo eletrônico em países de desenvolvimento e o envio de peças perigosas aos países que tenham tecnologia para um descarte seguro.

No Brasil
O Brasil sofre com a escassez de postos adequados e a falta de conscientização dos problemas causados pelo lixo eletrônico.
Os consumidores reclamam da falta de informações das empresas responsáveis pela produção dos aparelhos e locais adequados para o descarte do e-lixo. Ainda não existe no Brasil, uma lei para regulamentar o destino do lixo, pois está em aprovação há 19 anos. O debate está no Conselho Interministerial, criado pelo Ministério do Meio Ambiente.


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